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COMUNIDADE, UM DISNIVEL SOCIAL

Hoje, devido as circunstâncias que a vida nos proporcionou, muitas vezes diante das nossas imperfeições, e consequentemente, das nossas fraquezas quanto a enfrentar as dificuldades da vida, faltando-nos coragem em acreditar em nós mesmos, lutando por dias e lugares melhores para o nosso crescimento social e econômico das nossas famílias, vivendo numa comunidade, que tem mostrado que a educação, o nível social e o comportamento das pessoas, não se deve medir pelo o ambiente a qual estão inseridos, e sim pela índole e pela instrução que lhes foram ministradas durante a sua passagem da infância à juventude.

Observamos a limpeza urbana, sendo executada por profissionais comprometidos com as suas obrigações, e, como se normal fosse, vejo moradores destas comunidades, depositar os seus lixos residenciais, em plena via pública, em cima de um passeio, ao lado de um poste de iluminação pública, demonstrando a falta de educação e de sensibilidade social que se encontram internalizadas em suas formações.

Nos ambientes sociais de classe media alta, donde as pessoas primam pela limpeza, e exigem, não só dos poderes públicos, bem como, dos próprios moradores, uma conduta social inabalável, para que se possa manter o ambiente de convívio, como ambiente salutar a famíliar. Não posso deixar de citar, que este comportamento é abrangente a todos que convivem numa comunidade abastada, mas, há   criaturas deselegantes, bem como, mal educadas, que se comportam como se fossem os donos do mundo, e tratam as pessoas de maneira diferenciada, das posturas nobres que os identificam como criaturas civilizadas. Estas criaturas, normalmente são penalizadas como multas (quando condomínio fechado), ou, com a interferência da justiça para obriga-los a mudar sua conduta, uma vez que, não condiz com da sociedade a qual fazem partes.

Não podemos julgar as pessoas pelo seu nível social. Assim como, há pobres não civilizados, assim existem ricos sem nenhuma conduta que possa credencia-lo como sendo um indivíduo bem educado.

A pobreza não é sinônimo de falta de educação. Necessita, estas comunidades, olharem para si próprio, e verem o quanto estão colaborando com a sua própria destruição, ou destruindo a própria família, expondo-as as sujeiras urbanas que causam enfermidade, que poderão leva-los a óbito. Levar seus Pets para fazerem suas necessidades em via pública, como fazem sempre, e colhe-las, colocando-os numa lixeira.

A educação ela abrange a todos os níveis sociais. Infelizmente, as famílias não se preocupam em educarem seus filhos de acordo com as diretrizes que levam a massificar na mente das crianças o que é certo e o que é errado. Deixam, normalmente, esta atribuição aos bancos das escolas, como se o professor fosse o seu educador familiar. Nem por isso, os professores deixam de exercer a sua profissão para poder instruir as crianças com relação aos seus comportamentos, porém, ficam vulneráveis a serem agredidas pelos pais das crianças, quando estas são repelidas ao fazer o errado. É difícil a atividade de ensinar.

 Infelizmente não conseguimos visualizar nenhuma mudança, sem que não haja a interferência dos poderes públicos, na educação dos seus munícipes, e na influência dos educadores das Escolas Públicas Municipal, Estadual e Federal.

Quando se reside numa comunidade de classe social pobre, mesmo vivendo com tranquilidade em seu lar, e não poder contribuir com o bem estar de todos, por medo e receio da violência que impera as comunidades proletárias do nosso País, torna-se frustrante para o morador conviver com esta inversão de valores, que não condiz com a sua convicção do que é civilização.

Estamos convivendo com um desnível social que assola a nossa sociedade, como um todo, na criação e construção de comunidades que se concentram, unidas num mesmo território, separados pelas classes que as compõem, que são definidas como classes proletária, média e alta.

Esta é a vida de uma sociedade, vivendo cada um no seu quadrante.

Leonel Farias
Enviado por Leonel Farias em 09/01/2026