Iniciamos um novo ano com notícias desagradáveis a respeito do Pix, meio de pagamento criado pelo Banco, que simplifica transferências entre contas, bem como, efetuar pagamentos sem nenhuma cobrança adicional impostas pela rede bancária.
É lamentável, que este tipo de serviço, venha ser explorado pelos que nos representam, exigindo, do comercio informal, que toda e qualquer movimentação na conta bancaria dos respectivos titulares, acima de R$5.000,00, seja tributada impostos, bem como, ser obrigado a emissão avulsa de notas fiscais, como justificativa da sua movimentação.
Imagine os senhores, o que será do pobre vendedor de banana, na esquina de uma rua, ser obrigado a emitir notas, quando o seu ganha pão, lhes limita a ganhos, apenas e tão somente, para alimentação da família. Por outro lado, estão inseridos neste contexto, as prestadoras domiciliares de serviços, como, domesticas, manicures, acompanhante de idosos, serviçais de limpeza no lar, e outros, que buscam nestas atividades, a única maneira de sobrevivência.
O povo não pode pagar pelos gastos exorbitantes dos nossos líderes, pois, a utilização do Pix, fiscalizado e penalizado pela Receita Federal, foi a formula que encontraram para suprir os cofres públicos.
A todos aqueles que escolheram errado ou certo, os seus representantes, sugiro não reclamar, pois, tiverem exemplos visuais do que esta liderança seria capaz de fazer com a classe pobre, pois aos ricos, estes, não sofrerão nada, por que têm condições financeiras de alta padrão, de forma a não sentirem o peso dos impostos a serem pagos, por outro lado, normalmente, têm contadores capazes de burlar o fisco, o que é praxe de todos eles.
A todos, indistintamente, seremos aprisionados na ratoeira do Pix, cobrindo as perdas, incalculáveis, da irresponsabilidade pública dos nossos dirigentes.
A vocês que acreditaram na gratuidade da picanha, continuem sendo enganados, pois, vocês têm o líder que merece.
Que Deus tenha piedade de todos nós.