O CAMINHO DOS NOSSOS FILHOS
Nasci em pleno século XX, fui educado no seio de uma família religiosa, de onde fui catequisado no conhecimento da existência de Deus, sendo instruído a orar antes de dormir, ao acordar pela manhã, pedir a benção aos pais e aos mais velhos, ser gentil com todas as pessoas, respeitar a todos indistintamente, obedecer os professores, ir a Missa aos domingos e jamais esquecer, que os nossos pais e mestres são nossos verdadeiros amigos e conselheiros, sem contudo, deixar de amar a Deus sobre todas as coisas.
Estou prosseguindo a minha vida em pleno século XXI, e tenho presenciado e comparado a educação familiar ministradas às crianças, pelos pais e mestres, e percebo, que o que mais me atentei diante das minhas observações, é o desconhecer e a importância que a oração falta no conhecimento das crianças deste século.
A religião, no passado, nos blindava dos perigos a qual estávamos expostos, tendo Jesus nos nossos corações como nosso protetor e defensor em todos os momentos das nossas vidas.
Hoje, o que vimos, são crianças, que ao acordar, não sabem o que orar, pois estão induzidos ao uso do celular, sem ao menos imaginar o quanto está se prejudicando em sua evolução, pois, têm a anuência dos próprios pais, pois, nunca dispõe de tempo para ensinar e induzir os filhos a pratica de orações, ao anoitecer e ao amanhecer.
Tenho presenciado o desrespeito das crianças e dos adolescentes no trato com os mais velhos. O desrespeito aos professores é patente em todas as instituições de ensino. A palavra respeito, parece que se apagou do dicionário da língua portuguesa em nosso País.
O incentivo dos poderes constituídos, só existem para induzir os jovens a aceitarem as mudanças de comportamento, que instintivamente predispõem a aceitação das inversões de valores, que ora se processa no desenvolvimento infanto-juvenil, induzindo-os a aceitarem as suas filosofias politicas, para poderem perpetuar nos poderes, e enriquecerem às custas da ignorância humana.
Como inverter este quadro deplorável que estamos assistindo?
A religião que foi, é e sempre será, o melhor freio para pararmos e modificarmos os instintos nocivos que estão enraizados na mente e nas emoções dos nossos filhos, para podermos inverter este lamentável quadro que se apresenta na sociedade, e trabalhar a consciência dos nossos educadores quanto a necessidade de mudança na educação infanto-juvenil. Além do mais, exigir que os pais sejam mais presentes na vida dos seus filhos, pois, diante deste mundo cão, nunca têm tempo para perder com os seus rebentos, mas, poderão perde-los para os ímpios.
Ainda há tempo de mudarmos. O tempo é senhor da vida. Utiliza-los com sabedoria, inteligência e discernimento, trará para os espíritos encarnados dos nossos rebentos, a tranquilidade, o amor, a fraternidade e a alegria de viver bem, sem se apegar aos males que reduzem os fluidos vitais dos nossos filhos, levando-os as perdas energética que poderá desencadear uma enfermidade de natureza material.
Amar os filhos é reconhecer a presença de Deus Menino, conduzindo todos em busca do caminho, da verdade e da vida.