Hoje, fico a imaginar, diante deste mês tão sublime do calendário Gregoriano, como conviver com as adversidades que a vida nos concede, independentemente de classe social, quando presenciamos uma sociedade abatida pelas injustiças sociais, onde pobres coitados não têm a primeira refeição de revigoramento do corpo, para enfrentar o dia doloroso que haverá de passar, sem ao menos, saber o que lhes reserva o termino deste dia.
Vemos a ida e vinda de criaturas, nos passeios da cidade, alheias ao tempo, sem, contudo, esperar algo que lhes faça reativar a beleza da face num sorriso revigorador.
São dias de pensamentos obscuros, de alegrias e tristezas, que nos levam a imaginar o quanto sofrem a humanidade, numa data em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo, e não conseguimos visualizar um semblante alegre de um pobre coitado, que alimento não tem para lhes revigorar o corpo e a alma e, no entanto, muitos são aqueles que envolvidos pelas festas natalinas esperam o dia de poderem festejar, com bebidas e comidas abundantes, não o nascimento de Jesus, mas, a alegria daquele momento de confraternização entre a família e amigos.
Se todos estes, foliões, se lembrassem daqueles que nada possuem para comemorar, dividindo um pouco do seu alimento, ressarcindo o pobre da fome que lhes doe o estomago, seria sim, uma caridade sem preço, abençoado por aquele que veio ao mundo para a redenção dos nossos pecados, o nosso benemérito Nosso Senhor Jesus Cristo.
A todos os nossos irmãos, que façamos uma reflexão quanto às nossas ações a serem adotadas para o ano vindouro.
Que lembremos que a vida nos fora concedido por Deus para vivermos de acordo com os ditames estabelecidas pelos ensinamentos cristãos, e a jamais esquecermos dos nossos irmãos desvalidos.
Que o Pai conceda a todas as criaturas um Feliz Natal e um Ano Novo de Paz e Prosperidade.