LIMITES E NECESSIDADES DA ENCARNAÇÃO
A Encarnação é vista como lei natural, necessária ao progresso do espírito, tendo sido criado simples e ignorante, precisa passar por experiências materiais para desenvolver inteligência, moralidade e virtudes.
Pelo corpo, ele tem contato com desafios, dores e alegrias que funcionam como meios educativos. Além disso, a encarnação permite, corrigir expiações e provas, reencontrar outros espíritos para reajustes e aprendizados, cooperando no progresso material do mundo, desenvolvendo ciência, arte e sociedade.
O limite da encarnação não é infinito. O espírito encarna apenas enquanto precisa do corpo físico como instrumento de evolução.
Quando alcança certo grau de pureza, não necessita mais da matéria grosseira, vivendo apenas em planos espirituais mais elevados.
Assim, podemos perceber que a encarnação é um estágio transitório necessária, mas com limite, porque o destino final é a vida espiritual plena, liberta da necessidade de nascer e morrer repetidamente.
Em suma, a necessidade da encarnação está no aprendizado e na reparação. O limite está no ponto em que o espírito atingir maturidade suficiente para evoluir sem precisar do corpo físico.
Quando chegarmos a este ponto da vida espiritual, haveremos de viver uma nova encarnação num mundo mais evoluído, donde haveremos de reeducarmos, com relação aos nossos sentimentos, purificando-nos para que possamos vir a viver num mundo de regeneração a fim de obtermos a passagem para um mundo superior.
Por enquanto, estamos vivendo num mundo de Provas e Expiação, em constantes conflitos espirituais, para que este mundo venha a se transformar num mundo de Regeneração.
Acredito que pelo fato de vivermos num País da Evangelização, apesar de tudo, as forças espirituais do nosso povo, poderá antecipar as mudanças necessárias, para que o nosso planeta passe deste mundo em que vivemos, e contribua, com a nossa Fé, no processo evolutivo para a transformação num Mundo de Regeneração.
A nossa evolução espiritual, como espíritos que somos e matéria que estamos, só depende da nossa perseverança e mudança comportamental no trato para com os nossos irmãos em Cristo.